CLIFFORD – O GIGANTE CÃO VERMELHO CHEGA AOS CINEMAS BRASILEIROS EM 2 DE DEZEMBRO

10/21/2021

 



Quando a estudante do ensino médio Emily Elizabeth (Darby Camp) conhece um criador de animais mágico (John Cleese) que lhe dá um cachorrinho vermelho, ela não imaginava acordar e encontrar um cão gigante de três metros em seu pequeno apartamento em Nova York.

Enquanto sua mãe (Sienna Guillory) está viajando a negócios, Emily e seu tio divertido Casey (Jack Whitehall) vão viver uma grande aventura pelas ruas de Nova York com a chegada do novo membro da família.



Baseado na série de livros infantis “Clifford the Big Red Dog” de Norman Bridwell, Clifford vai ensinar o mundo a amar grande!


Paramount Pictures apresenta
Em associação com eOne Films e New Republic Pictures
Uma produção Scholastic Entertainment/ Kerner Entertainment Company



DIREÇÃO
Walt Becker


ROTEIRO
Jay Scherick, David Ronn, Blaise Hemingway


ARGUMENTO
Justin Malen e Ellen Rapoport


BASEADO NA SÉRIE DE LIVROS
Da Scholastic Book, "Clifford the Big Red Dog", de Norman Bridwell


PRODUZIDO POR
Jordan Kerner, p.g.a., Iole Lucchese


PRODUTORES EXECUTIVOS
Brian Oliver, Bradley J. Fischer, Valerii An, Brian Bell, Caitlin Friedman,
Deborah Forte, Lisa Crnic


ESTRELANDO:
Jack Whitehall, Darby Camp, Tony Hale, Sienna Guillory, David Alan Grier, Russell Wong e John Cleese




Ed. Intrínseca

[Resenha] Hamnet

10/20/2021


Livro: Hamnet
Autor: Maggie O'Farrell
Editora: Intrínseca
Páginas: 380
Ano: 2021
Comprar: Físico


No livro "Hamnet" a autora traz a sua versão sobre a história de Skakespeare, pouco se sabe sobre sua verdadeira história, sobre seu passado e muitas sãos as teorias e foi pensando nisso que Maggie O'Farrell decidiu escrever Hamnet, contando a história da Agnes vista como uma pessoa diferente por ser ligada com a natureza, ela conseguia curar as pessoas com suas ervas e banhos, além de prever o futuro.  
Agnes conheceu seu marido quando ele ia na fazenda que ela morava para ensinar aos seus irmãos, alguns anos mais novo que ela, ela acabou engravidando, se casaram e ela foi morar com na casa dos pais dele. 

"Como é fácil... deixar passar despercebidas a dor e a angústia de uma pessoa, se esta fica calada, se guarda tudo para si, como uma garrafa muito bem tampada, a pressão no interior crescendo e crescendo até... o quê?"

O casal tiveram três filhos, porém Agnes percebia que seu marido não era feliz e o incentiva a ir para Londres, escrever suas peças de teatro. Enquanto ela ficaria em sua cidade com as crianças. É com esse contexto que iremos conhecendo a história desse casal e de consequentemente a história de Hamnet.
Os capítulos são intercalados entre o presente, contando sobre o momento em que o jovem Hamnet está vivendo e posteriormente sobre como a vida daquela família ficou após o contagio de peste, tudo isso intercalado com o passado, contando a história de Agnes.

"Quem... descreve o ato de morrer como "fazer a passagem" ou "ir em paz" jamais o testemunhou. A morte é violenta. A morte é uma luta. O corpo se agarra à vida, como hera a um muro, e não a larga com facilidade, não desapega sem lutar."

É uma obra emocionante, passada no século XVI, onde viveremos a dor de uma mãe ao perder um filho de 11 anos, mas também uma história de superação. Temas como luto, perda, morte, família, amor são bastante explorados durante a leitura.
Não nego que me emocionei em diversas partes, mas também tive raiva em alguns momentos, porque é bem difícil uma mulher do século XXI aceitar algumas atitudes de séculos passados. É uma obra que vale a pena a leitura.  

Sinopse: Poucas informações sobre a biografia de William Shakespeare resistiram ao tempo. Filho de um luveiro caído em desgraça em Stratford-upon-Avon, uma pequena cidade da Inglaterra, ele se casou com uma mulher mais velha, detentora de um generoso dote. Apesar de duradouro, o matrimônio foi marcado pela distância imposta por seu trabalho e pela morte precoce de um filho, ocorrida em uma época em que a Europa era acometida por surtos de peste bubônica.Com base nessas e outras referências históricas, Maggie O'Farrel cria a trama protagonizada por Agnes, uma mulher excêntrica e selvagem, que tinha o hábito de caminhar pela propriedade da família com seu falcão pousado na luva, além de possuir dons extraordinários como prever o futuro, ler pessoas e curá-las fazebdo uso de poções e plantas. Após o casamento com um professor de latim, ela se tornou uma mãe superprotetora e a força centrífuga na vida do marido, que seguiu pra Londres, onde consolidava sua carreira como dramaturgo.[...]
Narrando com intimidade a vida doméstica do século XVI, a autora avança e retrocede no tempo para recontar a paixão e inicio do casamento de Agnes, enquanto constrói aos poucos a tensão em torno da perda anunciada. [...]
A partir daí, Maggie O'Farrel nos conduz por um retrato brilhante de um casamento e pelo sensível luto da perda. Uma reconstituição ficcional, delicada e inesquecível, da vida de um menino esquecido pela história, mas cujo nome inspira o título de uma das peças mais celebradas de todos os tempos. Hamnet é uma leitura encantadora, que nos arrebata e é impossível de largar.



Ed. Globo Alt

[Resenha] Todas as coisas que eu te escreveria se pudesse

10/19/2021


Livro: Todas as coisas que eu te escreveria se pudesse
Autor: Igor Pires
Editora: Globo Alt
Páginas: 352
Ano: 2021
Comprar: Físico

É meu primeiro contato com a escrita do Igor Pires e se eu pudesse colocaria esse autor no potinho e o guardaria a sete chaves para que ninguém o machucasse. Autor de "Textos cruéis demais para serem lidos rapidamente" (que ainda não li), Igor traz em "Todas as coisas que eu te escreveria se pudesse" diversas poesias sobre o amor, sobre amar, sobre deixar ir embora o outro, seu eu do passado, sobre relacionamento que não deram certos, sobre bons momentos de um relacionamento, sobre a dor que a perda causa, sobre a ilusão do que amor. 

São 349 páginas de poesia que nos toca, que nos envolve, que nos faz até chorar. Faz com que nos reconhecemos em diversos momentos, pelo menos eu me reconheci em grande parte da sua poesia. É uma obra para ser lida pausadamente, cada poesia nos faz pensar um pouco sobre a vida, o ato de se envolver e deixar ser envolvido. 

Não posso afirmar, mas cada poesia tive a sensação de que o autor passou por aquilo de fato e resolveu por no papel seus sentimentos, a obra foi escrita na pandemia e cada texto nos dá a sensação de desabafo. Por vezes, senti vontade de chegar no Igor e dizer: " - Senta aqui! Vamos conversar, mas antes me dá um abraço." 

E é com esse sentimento de carinho e afeto pela escrita que terminamos de ler esse livro, ficamos de coração quentinho e alma limpa, por percebemos que não estamos só nessa jornada, sempre tem alguém que tá passando ou passou por algo parecido. É uma obra que eu recomendo a todos pois, em algum momento ele irá falar contigo pelo seus textos. 


Sinopse: O quarto livro de Igor Pires, autor da série best-seller Textos cruéis demais para serem lidos rapidamente
O autor nacional de ficção mais lido em 2020, Igor Pires lança o quarto livro da série Textos cruéis demais para serem lidos rapidamente. Em Todas as coisas que eu te escreveria se pudesse, Igor fala sobre amor, amar e deixar ir, ser intenso e abraçar a sua intensidade. Sobre dizer e sentir tudo sem gaguejar. Sobre enfrentar a dor e aceitar que a cura é um processo contínuo, imprevisível, não linear.
Escrita durante a pandemia, a obra é uma coleção de textos poéticos sobre todas as impressões que ficam quando alguém vai embora – ainda que esse alguém seja você mesmo. Além de toda a poesia e sensibilidade características do autor, o livro traz as coloridas ilustrações – que flertam com o surreal – de Jônatas Moreira.

Ed. Faro

[Resenha] O Corvo

10/15/2021


Livro: O Corvo
Autor: Edgar Allan Poe
Editora: Faro Editorial
Páginas: 96
Ano: 2020
Comprar: Físico

Publicado pela primeira vez em 1845, "O Corvo" é um poema construído de 108 versos divididos em 18 estrofes. Foi traduzido diversas vezes para o português e tive o prazer de ler a tradução feita pela editora Faro Editorial, uma edição bilíngue e ilustrada.

O poema tem como tema principal e história de um homem que acabou de perder sua amada e está em conflito sobre aceitar ou não a morte dela. Carregado pelo luto, ele irá se deparar com a entrada de um o corvo que ficará parado em um busto de Atena e ao começar a indagar o animal, o mesmo apenas o responde com "nunca mais". Indagações essas que o deprecia e estimula seu sentimento de perda da amada. 

É perceptível três momentos durante a leitura, o sentimento de perda, demonstrado pela tristeza, posteriormente a angustia por "nunca mais" tê-la e por fim, a sensação de derrota pelo luto, transformado em loucura.

As ilustrações complementam toda a tristeza, angustia e perda do narrador. E enriquece o livro, tornando a edição muito bem elaborada, como disse é uma edição bilíngue, a tradutora tentou deixar menos informal e conseguiu um ótimo resultado, conseguimos partilhar dos sentimentos do narrador.

É uma leitura rápida que dá para se fazer em menos de 30 minutos, mas fica a dica, é uma leitura triste e angustiante quando você se envolve com o personagem, porém é uma obra que eu recomendo e que a muito tempo queria ter feito a leitura, mas valeu muito a pena expressa.

Sinopse: Escrito há quase duzentos anos, esse poema atravessa gerações e continua sendo um marco da literatura mundial. Imprescindível para todos os apaixonados por literatura, O Corvo é considerada a obra-prima de Edgar Allan Poe. Mesmo tendo escrito diversos livros e contos, nenhuma outra história atraiu tantos leitores e tamanho respeito pela crítica especializada. Um homem atormentado pela morte da amada é despertado pelo barulho incessante de um corvo e a trama que se desenrola no poema demonstra tanto a genialidade do autor quanto os demônios que ele carregava. Dizem que a vida imita a arte, mas nesse caso, a arte imitou a vida. O Corvo foi publicado dois anos após a morte precoce da esposa de Poe. E, como muitas vezes acontece, o autor não teve tempo para ver o sucesso de sua obra. Morreu na miséria e sem saber que seu corvo atormentaria muitas outras almas mesmo anos depois de sua morte.

“Venom – Tempo de Carnificina” se consagra na bilheteria nacional

10/14/2021




“Venom – Tempo de Carnificina” mostrou sua força no Brasil. O filme se consagrou fazendo esta ser a maior semana de abertura do cinema desde o início da pandemia. Ontem, dia 12 de outubro, foi o maior dia da bilheteria dos cinemas desde meados de fevereiro de 2020 e o longa está 12% acima do primeiro Venom, comparando o mesmo período. 

“Venom – Tempo de Carnificina” está em exibição exclusivamente nos cinemas em várias cidades do Brasil. 

 

SOBRE O FILME 

Tom Hardy retorna às telonas como o protetor letal Venom, um dos maiores   e   mais   complexos   personagens   do   universo   MARVEL. Dirigido   por   Andy   Serkis,   com   roteiro   de   Kelly   Marcel   e   história escrita   por   Tom   Hardy   e   Marcel,   o   filme   também   traz   no   elenco Michelle   Williams,   Naomie   Harris   e  Woody   Harrelson   no   papel   do vilão Cletus Kasady / Carnificina.