[Letras Imortais] José de Alencar

8/07/2020



Autor de "Iracema", "Cinco Minutos", "Lucíola", José Martiniano de Alencar Júnior, nasceu em no dia 1 de maio de 1829, no sítio Alagadiço Novo em Messejana (CE), aos 9 anos mudou-se com sua família para o Rio de Janeiro, seu pai era senador do Império e em sua casa tramou-se a maioridade de D. Pedro II. 

Formou-se em direito em 1851, concluindo seu curso na Faculdade de Direito de Olinda (PE), no seu retorno ao Rio, ele começou a exercer a advocacia e ingressou no "Correio Mercantil". Em 1858 abandonou o jornalismo e ingressou na vida política, chegou até a ser senado no Ceará.

Mesmo no seu auge como político não abandonou a literatura, a qual ele se apaixonou ainda jovem, em 1844 ao ler "A Moreninha" de Joaquim Manuel de Macedo. Romancista, escreveu diversos romances indianistas, históricos, regionalistas e urbanos. 

Em 1864, casa-se com Georgina, com quem teve quatro filhos, suas obras foram muito atacadas por jornalistas e críticos, ele chegou a escrever sob o pseudônimo de Sênio. 
José de Alencar morreu aos 48 anos, vítima da tuberculose, no Rio de Janeiro, no dia 12 de dezembro de 1877.

Obras de José de Alencar:

Obras de José de Alencar
Cinco Minutos, romance, 1856;
Cartas Sobre a Confederação dos Tamoios, crítica, 1856;
O Guarani, romance, 1857;
Verso e Reverso, teatro, 1857;
A Viuvinha, romance, 1860;
Lucíola, romance, 1862;
As Minas de Prata, romance, 1862-1864-1865;
Diva, romance, 1864;
Iracema, romance, 1865;
Cartas de Erasmo, crítica, 1865;
O Juízo de Deus, crítica, 1867;
O Gaúcho, romance, 1870;
A Pata da Gazela, romance, 1870;
O Tronco do Ipê, romance, 1871;
Sonhos d'Ouro, romance, 1872;
Til, romance, 1872;
Alfarrábios, romance, 1873;
A Guerra dos Mascate, romance, 1873-1874;
Ao Correr da Pena, crônica, 1874;
Senhora, romance, 1875;
O Sertanejo, romance, 1875.

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